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DIA DO VINIL – 12 dicas extremas para cuidar da sua coleção!

 

Vinis são mídias de colecionadores. Apesar de tantas tecnologias posteriores para ouvir músicas, o bom e velho chiado nostálgico do vinil não foi substituído por mídias digitais na consideração daqueles headbangers que cultivam hábitos mais old school.

E justamente por ser uma mídia mais antiga, precisa de alguns cuidados e atenções especiais.
Hoje, dia 20 de abril, é dia do vinil. Então vamos então dar 12 sugestões para manter o seu bolachão bem cuidado e com um bom áudio por muito mais tempo!


Mesmo que não haja sujeira aparente nas mãos, sempre há um pouco de oleosidade do corpo e poeira. Essas partículas marcam o vinil e podem vir a futuramente risca-lo. Então é bom evitar tocar no meio dele e, quando for utilizar, pegar pelas bordas.


Sabe aquela caixa de papelão? Não é a melhor ideia. Como ela é maleável, pode contribuir para empenar o disco da mesma forma.


Exceto que você esteja morto, seu hálito terá calor. Assoprando a poeira, você estará contribuindo para riscos e com o abrasivo que a poeira exerce sobre o vinil.


Quem nunca colocou moeda em cima da agulha para rodar um disco que não roda tão bem? Pode funcionar de imediato, mas isso gerará maior pressão entre a agulha e o vinil e o destino é a agulha causar ainda mais desgastes.


Água e umidade não combina com essa mídia, já que talvez fungos gostem mais de vinis do que você. Deixa-la em um ambiente fechado, sem luz e sem ventilação, possibilita que ele empene e rache.


Mesmo que esteja na vertical, se tiverem muito apertados um ao lado do outro, isso também pode faze-los ter prejuízos no áudio pelo calor.


É valioso? Então proteja-o. Deixar em sua capa o protege de sujeiras do ambiente.


Segure sua emoção e desengonçamento. A agulha pode arranhar o vinil de uma maneira que não tenha mais jeito de resolver. Então a sugestão é depositar a agulha com cuidado sobre ele.

 


O vinil na horizontal recebe mais calor e, se tiver embaixo de outros, ele pode acabar gerando pressão nas ranhuras e distorcer o som.


Em discos estéreos, as laterais da agulha apoiam-se nas laterais das ranhuras. Quando a agulha fica gasta, ela adquire faces pontiagudas que destroem facilmente esses sulcos do disco e precisam ser substituídas.


Após utilizado, o vinil estará com eletricidade estática. E por isso, poderá atrair partículas de sujeira. Isso no futuro vai fazer o disco começar a “pular” durante algumas faixas. A sugestão é limpar com um pincel próprio. Para os interessados em opções mais elaboradas em limpeza de vinil, existe até máquina de lavar vinil. Ela elimina boa parte dos ruídos causados pela sujeira. As duas mais conhecidas do mercado são a Vil Cleaner e a PHK. Outra sugestão também é não entrar em neura com a limpeza mais pesada, pois isso também pode danifica-lo. Manter o hábito do pincel macio já aumentará e melhorará a qualidade do som do vinil. Alguns especialistas também orientam a limpeza com água corrente e detergente neutro, depois secando com um pano macio e deixa-lo na sombra, sem expor ao sol. Porém, essa prática não deve ser frequente e deve ser feita com cuidado e com muito conhecimento, para não abrasar ainda mais o material e causar danos. Por via das dúvidas, o pincelzinho é a melhor opção.


Só cuidar do vinil não adianta, a vitrola também tem que estar em boa condição para uso para não danifica-lo. A sugestão é limpar com um pincel macio, uma escova ou até aqueles aspiradores de pó portáteis se você tiver, daqueles que limpam os cantos do sofá.

Conhece alguma outra dica para melhor acondicionar e cuidar dos seus vinis? Compartilhe e comente com seus conhecidos colecionadores!

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Sophia Losterh

Editora do zine Natimorto e organiza eventos de metal extremo underground em SP. Amante das expressões blasfemas de arte. Hail caos, Hail metal negro!
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