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DYINGBREED – Representando o Metal Extremo Nacional

"Nossa proposta é não dar trégua ao ouvinte..."

A DyingBreed é uma verdadeira máquina de destruição em massa! Contando com músicos conhecidos da cena do Metal Extremo Gaúcho, a banda soltou seu segundo full lenght “Under A Black Sun” pela Black Hole Productions. Trocamos algumas palavras com o baixista Fabrício sobre esse lanamento e um pouco da história da banda.

Sejam bem vindos ao Portal subterrâneo da LUCIFER RISING, a DyingBreed  foi formada em 2012 e  no início de 2013 soltou sua primeira demo a “Killing The image of your God” pode falar sobre essa fase inicial da formação da banda?

Primeiramente muito obrigado pelo convite! Quando a banda foi formada estávamos ainda trabalhando na identidade sonora da DyingBreed, colocando fortemente nossas influências nos sons da demo (o que ocorre até hoje, inclusive). Desde aquele momento nosso intuito foi fazer um som que soasse sempre brutal, então ela apresenta um som mais direto e cru, mais ”reto”, assim por se dizer.
Foto Divulgação 2019.

A demo teve uma repercussão monstruosa, pois vocês foram convidados a se apresentar em alguns festivais e abriram shows de várias bandas internacionais.

A recepção inicial da demo de fato foi muito boa pelo público, servindo também para nós como um norte de onde queríamos chegar com nosso som. A partir dele e da gravação do primeiro álbum, os convites foram aparecendo aos poucos e ficamos muito felizes com isso, acho que é o sonho de muitos de nós que tocamos no underground em poder dividir o palco com bandas que sempre escutamos e nos influenciam.

O som de vocês na demo é ligeiramente diferente do primeiro álbum ” Worship no One” que saiu pela Mutilation e pela One Eye. Fale sobre e repercussão do disco que é uma verdadeira hecatombe nuclear, pois cada música é um prenúncio de um apocalipse!  Fale sobre a produção e gravação do mesmo. por favor.

Foto por Day Montenegro – Music Photographer

Obrigado pelo elogio cara! O álbum foi produzido e gravado no Estúdio Hurricane, que também foi o responsável pela demo. Hoje podemos dizer que ele é uma extensão natural da demo, pois apresenta uma proposta de soar mais rápida, mantendo a brutalidade, mas também aumentando o trabalho de dueto de solos em algumas músicas, etc. A repercussão do disco foi excelente! Graças a ele conseguimos dar um salto enorme tanto em composições quanto em convites para abertura de shows importantes e memoráveis. “Worship No One” é um álbum que não tem como proposta dar trégua ao ouvinte.

O segundo álbum da banda só veio a surgir em 2018 o que ocasionou esse hiato??

Após a gravação do Worship, nosso foco foi de fato tocar e explorar o máximo potencial dele, tanto em shows underground quanto algumas aberturas internacionais, aprimorar o merchandising da banda, etc. Como esse foi nosso foco, não nos preocupamos de imediato com o sucessor, e somente depois que os shows foram dando um tempo voltamos a compor, descompromissadamente, até termos um bom número de músicas novas para lançar o segundo álbum. Gostamos de trabalhar desta forma, focando em diferentes momentos para o que for prioridade para aquela hora, é uma forma também de além da banda se manter como uma paixão nossa, ter a liberdade da música nascer quando for o tempo certo.

O segundo ataque de vocês como eu disse foi lançado no ano passado, pela Black Hole, já com o Daniel Vilanova, e o som de vocês caminhou por um caminho ainda mais extremo ! Fale sobre a gravação e concepção do monumental ” Under a Black Sun” ??

No “Under a Black Sun” resolvemos deixar a criatividade um pouco mais evidente, adicionando alguns fills de bateria diferentes, riffs e melodias não tão ortodoxas pro estilo, alternar músicas cadenciadas, enfim, principalmente fazer com que o álbum soasse como um álbum da DyingBreed, mas não parecido demais com o antecessor. Aqui, o processo todo aconteceu no Black Stork Studio, em Caxias do Sul. Difícil destacar alguma faixa preferida, mas eu ficaria com ‘Agent of Chaos’ e ‘Real Faith’, ambas bem diferentes em termos de andamento, uma da outra.

Foto por Day Montenegro – Music Photographer.

Eu vi vocês tocando com a BLOODWORK e a performance  é impressionante, todos já tiveram passagens por outras bandas fodas da nossa cena?  Fale a respeito. Preciso mencionar teus vocais que estão cada vez mais brutais e ignorantes, e a performance do Daniel o cara é um Alien! E o mestre Felipe Nienow, que toca guitarra na Dyingbreed, e batera na Bloodwork! Só quero saber quanto ele vai aparecer com uma One man Band ! ! !

Obrigado pelos elogios aqui! Todos da banda já possuem um bom currículo, assim dizendo, tendo o privilégio de ter passado por diversas grandes bandas aqui do RS como HATEWORKS, DECIMATOR, HORROR CHAMBER, UNMAKER, HAMMERFEST, etc. Além da BLOODWORK, o Felipe também possui um projeto novo chamado REQUIEM’S SATHANA, aproveitando pra fazer o merchan! Para quem gosta de Black Metal, é um prato cheio.

Foto por Day Montenegro – Music Photographer.

Quais os planos da banda e shows agenda etc…?

Antes do avanço da epidemia, estávamos na busca de um novo membro para assumir as baquetas da DyingBreed, após a saída do Daniel, e já estávamos testando alguns nomes aqui do estado. Como tivemos esse momento de saída, tivemos que segurar agendas pra shows e demais atividades, então a banda continua compondo pelos meios possíveis e trabalhando nesses novos sons. Após o término ou melhora na situação que encontra-se o país iremos voltar a essa busca para retornar às atividades novamente.

Agradeço a atenção de vocês em responder essas questões, o espaço é de vocês.

Muito obrigado pelo espaço e oportunidade de entrevista, Jonatan. Deixamos aqui nossa página para quem se interessar em ouvir nosso trabalho ou adquirir nosso merch: https://facebook.com/DyingBreedDeathMetal.com

Confiram o vídeo oficial da música ‘Agent Of Chaos’:

 

 

 

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Jonatan Emanuel

Respiro e vivo o Bom e velho Metal em todas as suas vertentes, tá no sangue..desde 1985…!! Headbanging Man!!

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